arte

Artes e sociedade

O texto, o contexto e a mediação: uma introdução à abordagem de Antonio Candido para a correlação entre literatura e sociedade
Autor: Max Luiz Gimenes

Roteiro didático l Texto informativo

junho / 2014

Pretende-se, com o presente artigo, oferecer ao leitor uma breve introdução à abordagem dialética da correlação entre literatura e sociedade, tal como proposta em reflexões de Antonio Candido, precursor desse método de estudos literários no país. Busca-se ainda indicar a ideia de que certas obras literárias, quando estudadas nessa chave, podem ser objeto duplamente interessante à sociologia. Por um lado, pelo conhecimento que podem proporcionar da realidade social de que trata o escritor, cujos aspectos ele em tese transpõe para o interior de sua obra; por outro, pelo efeito que podem ter sobre o público leitor, influenciando desse modo a orientação da ação desses indivíduos leitores sobre a sociedade em que vivem.


Apontamentos para possibilidades analíticas do cinema nas ciências sociais
Autor: João Henrique Custódio Paulino

Roteiro didático l Texto informativo

Dezembro / 2017

Neste texto pretendo expor as possibilidades de análises dos filmes, enquanto documentos sociais, nas ciências sociais e as relações disciplinares que as constituem, com vista a problematizar as relações entre a realidade social e o conteúdo das representações cinematográficas. Irei expor da seguinte forma:

1. Contextualização do surgimento da imagem cinematográfica com as relações sociais, os fatores econômicos e políticos, o filme visto como artefato tecnológico da superioridade cultural das sociedades euro-americanas diante das sociedades não-ocidentais.

2. Apresentação dos conceitos, seus limites e alcance, e as vinculações disciplinares.


Fotografia e Ciências Sociais
Autora: Bruna Serena Casciano

Roteiro didático l Texto informativo

Dezembro / 2016

É sabido que nos dias atuais a fotografia está presente nos mais variados locais: nos noticiários, nas revistas e jornais,  nas lojas, nos rótulos,  nas propagandas, enfim, ela permeia toda a vida cotidiana. Por vivermos em uma sociedade que faz da imagem um meio de comunicação de extrema relevância é preciso compreender a fotografia como uma linguagem dotada de características próprias. Deste modo é essencial inserir o aluno do ciclo básico de ensino nos debates realizados em torno da imagem fotográfica. Além da necessidade da compreensão da imagem como modo de linguagem, o estudante poderá utilizar a fotografia como modo de compreensão do mundo social no qual está inserido, abrindo possibilidades para a compreensão do universo cultural e simbólico que o cerca.

 

 

 

A cura de ser quem somos: Atravessar o horizonte na base das palavras - Um olhar sobre o movimento de slam poetry em São Paulo

Autora: Luiza Borba Chiesa

dezembro/2019 (revisto para publicação em agosto/2020)

Neste texto, pretendo levantar algumas reflexões sobre os processos complexos e não fixos com que slammers no atual movimento de slam poetry em São Paulo “curam” a si através da palavra, construindo suas subjetividades por meio de redes de ressignificação de i) territórios, ii) moralidades, iii) e da posição esperada para seus corpos pelo pensamento do outro-hegemônico, na construção de narrativas que desestabilizam a ordem das coisas e disputam espaços pela ampliação dos horizontes imaginados para corpos marginais e periféricos. Como, na poesia, cenário, atores e regras se articulam produzindo sentidos e demarcando relações de pertencimento e diferenciação que constroem subjetividades?

Texto - Atividades didáticas

A cura de ser quem somos: Atravessar o horizonte na base das palavras - Um olhar sobre o movimento de slam poetry em São Paulo

Autora: Luiza Borba Chiesa

dezembro/2019 (revisto para publicação em agosto/2020)

Neste texto, pretendo levantar algumas reflexões sobre os processos complexos e não fixos com que slammers no atual movimento de slam poetry em São Paulo “curam” a si através da palavra, construindo suas subjetividades por meio de redes de ressignificação de i) territórios, ii) moralidades, iii) e da posição esperada para seus corpos pelo pensamento do outro-hegemônico, na construção de narrativas que desestabilizam a ordem das coisas e disputam espaços pela ampliação dos horizontes imaginados para corpos marginais e periféricos. Como, na poesia, cenário, atores e regras se articulam produzindo sentidos e demarcando relações de pertencimento e diferenciação que constroem subjetividades?

Texto - Atividades didáticas