A Cepal e o debate sobre o desenvolvimento Latino-americano – uma introdução
Autor: Saylon Alves Pereira
Roteiro didático l Texto informativo
julho / 2017
Por que os países da América Latina são pobres enquanto os países da Europa e Estados unidos são ricos? De que forma os países latino-americanos podem superar as dificuldades econômicas e sociais que possuem? Quais as características dessas dificuldades? Foram perguntas como essas que motivaram a criação da Cepal em torno dos anos 1950 – Comissão Econômica para o Desenvolvimento da América Latina –, cujo objetivo era entender a condição e características dos países do terceiro mundo e propor alternativas para que pudessem alcançar o desenvolvimento. Enfrentando com profundidade esse desafio, a Cepal produziu importantes diagnósticos, até então desconhecidos, sobre o funcionamento das dinâmicas econômica locais, regionais e globais, bem como dos seus efeitos sobre os países do terceiro mundo; que reorientaram as práticas adotadas
por esses países e também os fundamentos do pensamento econômico e social vigente à época. Tais contribuições criaram uma nova agenda de pesquisa, metodologias e também novas perspectivas que produziram efeitos tanto no planejamento econômico dos países, quanto na produção intelectual da teoria econômica e social sobre a realidade do subdesenvolvimento. As ciências sociais também sofreram influência direta desse processo, constando no rol de interlocutores das teorias cepalinas importantes sociólogos, que colocaram o desenvolvimento como um dos importantes objetos de estudo da sociologia. Dai a importância de conhecer um pouco da história e dos principais conceitos que estruturaram o pensamento da Cepal e marcaram uma inflexão e contraponto histórico aos pressupostos da teoria econômica e social da época de sua criação.
Blocos econômicos regionais
Autora: Laura Tais Silva
Roteiro didático l Texto informativo
dezembro / 2012
O presente trabalho trata da discussão teórica sobre um tipo específico de arranjo regional, a dizer os chamados acordos de integração econômica entre países. Tais acordos passaram a ser comuns a partir da década de 1980, marcando uma nova fase do fenômeno mais amplo do regionalismo e introduzindo um importante elemento de cooperação regional em tempos de globalização. Tais acordos devem ser compreendidos sob os aspectos econômicos e políticos e se inserem num debate mais amplo no campo teórico das relações internacionais. Desta forma, além do tratamento do conceito desse tipo de arranjo e contextualização do surgimento da “onda regionalista” no período pós Guerra Fria, serão abordadas as principais teorias de relações internacionais que buscam explicar o funcionamento destes organismos.
O consumismo na sociedade contemporânea
Autor: Guilherme Melo de Freitas
Roteiro l Texto informativo
dezembro / 2010
O presente texto pretende fornecer um material teórico para a questão contemporânea do
consumismo. Com a modernidade, assistiu-se a uma intensificação do processo de
individualização, conjugado a uma destradicionalização da vida. Com o enfraquecimento das
referências sociais, a referência passa a ser o próprio eu, resumido aos próprios gostos,
necessidades e prazeres a serem buscados, em grande parte, em objetos e serviços que o
satisfaçam. Temos então o surgimento do fenômeno do consumismo, no qual o consumo se
destaca como norteador marcante da conduta de vida das pessoas na alta modernidade.
Breve panorama do jovem no mercado de trabalho
Autor: Bruno Ranieri
Roteiro l Texto informativo
junho / 2012
Segundo dados recentes do IBGE (2008), grande parte dos desempregados brasileiros constitui-se de jovens entre 16 e 29 anos de idade. Diante de tal fato, o presente trabalho tem por objetivo levantar um breve panorama a respeito da situação da juventude no atual mercado de trabalho e analisar qual o lugar social em que o jovem se insere na sociedade brasileira.